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MARCO HISTÓRICO
MARCO HISTÓRICO

HISTÓRIA DA RUA 25 DE MARÇO

Foto 25 de marçoSe hoje a região da rua 25 de março mais se parece com um mar de gente     que invade o trecho margeado por prédios e mais prédios, mal sabem seus cerca de 400 mil frequentadores diários que, até pouco antes de 1850, a mais famosa rua comercial do País era, literalmente, um rio. Sim!

Um leito do Tamanduateí, totalmente navegável, corria no atual traçado da via, recebendo as águas do rio Anhangabaú e desaguando no Tietê. Até o fim do século, havia ali um porto que servia de escoadouro para as mercadorias importadas, que chegavam de navio em Santos, subiam a serra de carroça e, posteriormente, pela estrada de ferro Santos Jundiaí e alcançavam o Ipiranga. De lá, eram levadas via Tamanduateí até um porto para barcas, o chamado Porto Geral – daí o nome da conhecida ladeira. Se é difícil imaginar a região dessa forma, saiba que um dos primeiros nomes do trecho que margeava o rio foi Rua das Sete Voltas (depois de Rua da Várzea do Glicério), numa referência direta à estrutura natural do Tamanduateí, com suas curvas afuniladas e estreitas, que pareciam serpentear a região. A primeira volta coincidia com a atual Rua do Glicério; a segunda e terceira ficavam na altura do hoje pontilhão da Rangel Pestana; enquanto a quarta, a quinta e a sexta localizavam-se onde fica o Parque D. Pedro II. A última terminava na Ladeira Geral, lugar em que funcionava o Porto Geral, de desembarque das mercadorias. 

No fim do século, o rio foi retificado; a área da Várzea do Carmo foi drenada e surgiram as primeiras chácaras na região. A via, então, foi chamada de Rua de Baixo, dividindo a cidade em duas partes: a Alta e a Baixa. Nesse período, o comércio, comandado pelos primeiros imigrantes árabe, concentrava-se na parte de cima, mais precisamente onde hoje, está a Rua Florêncio de Abreu. Com a urbanização pós-drenagem, os aluguéis começaram a subir e quem pisava lá pela primeira vez se instalava na parte baixa, onde os preços eram mais acessíveis. Chegaram os bondes e o trecho principal foi rebatizado, em 1865, como 25 de março, homenagem à data da promulgação da primeira Constituição Brasileira, ocorrida em 1824.

A Rua dos Árabes:

Quando se fala no povo de origem árabe radicado no Brasil, uma das primeiras associações que se faz é ligá-los ao comércio. Mestres na arte de vender, foram eles também os responsáveis pela formação desse centro de referência que hoje é a rua 25 de março.

Tanto que a grande via é carinhosamente chamada de "Rua dos Árabes", numa simpática referência àqueles que aqui chegaram e aqui encontraram um porto seguro, depois de deixarem suas pátrias por conta, principalmente, das dificuldades econômicas. Conta a história que a primeira loja aberta na rua 25 de março, já em 1887, pertencia ao imigrante libanês Benjamin Jafet. A verdade é que os sírios e libaneses deixaram seu legado e, ainda hoje, já com segundas e terceiras gerações assumindo os negócios, continuam líderes na região. Nos anos 80, porém, ganharam a companhia de outras etnias, com a chegada de gregos, portugueses e, principalmente, coreanos e chineses.

Foto2 da 25 de março

No encontro da rua 25 de março com a ladeira Porto Geral Carneiro ficava o mercado A tradição do "Mais Barato"
A região é conhecida pelo comércio popular, com seus preços muito acessíveis. Mas poucas pessoas conhecem o início desta prática, por meio da qual as empresas adotam valores até abaixo das oferecidas por muitas indústrias. Tudo porque, na década de 60, os comerciantes sofriam com as fortes enchentes e, como não estavam preparados, acabavam perdendo muitas mercadorias. Claro que precisavam reforçar o orçamento para recomeçar e foi aí que uma necessidade acabou se tornando a grande "sacada" daquela turma.

Naquela época, tudo o que sobrava era vendido a preços imbatíveis, pra lá de atrativos. Obviamente as lojas lotavam; estoques inteiros eram vendidos e, daí, fez-se a fama e criou-se uma tradição: os lojistas começaram a buscar mercadorias mais baratas e as venderem sempre à vista, estabelecendo valores muito sedutores.Por isso também é que se formou a vocação atacadista da região. No início, os fregueses não eram muitos. "Se entravam dois ou três na loja em um dia, já era o suficiente", lembra o pioneiro Semaan Mouawad. Eles não só entravam como compravam muito, para revender em diferentes partes do País.

O comércio varejista surgiu meio que por obrigação, diante da concorrência, dos vendedores de rua. No início da história, eles compravam as peças no atacado nas próprias lojas da rua 25 de março, e revendiam-nos, peça por peça, para quem se interessasse. Foi então que as lojas sentiram a necessidade de investir nesse segmento também. Em consequência, hoje são poucos as empresas que mantém a exclusividade de comercializar apenas em grandes quantidades. Nos demais, a prática atacadista convive ao lado do varejo – sempre com preços mais atrativos para quem comprar em larga escala, é claro!

TIBIRIÇÁ

(122 anos) Índio Brasileiro

Brasil (1440) São Paulo de Piratininga, SP (25/12/1562)

É impossível falar da fundação de São Paulo sem mencionarmos um dos mais importantes líderes indígenas de São Vicente, o índio Tibiriçá.

Tibiriçá foi o primeiro índio a ser catequizado pelo padre José de Anchieta. Foi convertido e batizado pelos jesuítas José de Anchieta e Leonardo Nunes. Seu nome de batismo cristão foi Martim Affonso, em homenagem ao fundador de São Vicente. Sua data de nascimento é calculada em 1440. Seus restos mortais encontram-se na cripta da Catedral da Sé, na cidade de São Paulo.

"Maioral" ou "Vigilância da Terra", na língua Tupi, Cacique guaianás ou tupi, sendo divergentes nesse ponto as opiniões dos historiadores. Chefe de uma parte da nação indígena estabelecida nos campos de Piratininga, com sede na aldeia de Inhampuambuçu. Irmão de Piquerobi e de Caiubi, índios que salientaram durante a colonização do Brasil, o primeiro como inimigo e o segundo como grande colaborador dos jesuítas.

Tibiriçá teve muitos filhos com a índia Potira: Ítalo, Ará, Pirijá, Aratá, Toruí e M'bicy(Flôr da Árvore) ou Bartira. Esta viria a desposar João Ramalho, de quem Tibiriçá era grande amigo e a pedido do qual defendeu os portugueses quando estes chegaram a São Vicente. Mais tarde, após viver mais de quarenta anos com João Ramalho, foi batizada como Izabel Dias e casada, pelo jesuíta Manoel da Nóbrega.

Em 1554 na missão católica de Itapetininga, onde hoje é o município de São Paulo. Nesse cenário, índios tupiniquim, padres jesuítas e colonizadores portugueses protagonizaram uma história cheia de contradições, guerras e escravizações.

O cacique Tibiriçá, chefe da nação tupiniquim, teve participação decisiva na obra de fundação da cidade de São Paulo, em 25 de janeiro de 1554. Para isso colaborou com os jesuítas Manoel da Nóbrega, Manoel de Paiva e José de Anchieta.

Nem todos os tupiniquim, no entanto, aceitavam a presença dos portugueses nos aldeamentos indígenas. A parte desse povo que colaborou com os colonizadores era comandada por Tibiriçá, enquanto a parte que opôs acirrada resistência ao projeto português foi chefiada por Araraig, irmão de Tibiriçá. O grupo de Araraig passou a fazer oposição aos portugueses, obrigando o grupo de João Ramalho a se refugiar no povoado de Itapetininga (São Paulo), abandonando a Vila de Santo André.

O conflito entre índios e colonizadores desencadeou um levante, naquilo que ficou conhecido como "Guerra de Piratininga" um episódio quase ignorado pela história oficial. Por dois dias, o grupo tupiniquim liderado por Araraig cercou Itapetininga (São Paulo).

Quando Tibiriçá foi procurado por seu sobrinho Jagaonharo, como emissário dos Tamoios (Tamoio não é tribo, mas significava "os antigos donos da terra"), para defendê-la e a eles mesmos, da ocupação e da captura de escravos índios pelos portugueses, para que reconsiderasse sua posição a favor dos portugueses e se aliasse aos seus irmãos indígenas, foi traído pelo tio que "em confissão" junto a José de Anchieta contou o plano dos Tamoios para atacar a vila de Itapetininga (São Paulo). José de Anchieta levou, o que deveria ser segredo de confessionário, aos chefes portugueses e quando do encontro armado entre eles.

Tibiriçá deu aos jesuítas a maior prova de fidelidade a 9 de Julho de 1562, e não 10 como habitualmente se escreve, quando, levantando a bandeira e uma espada de pau pintada e enfeitada de diversas cores, repeliu com bravura o ataque à vila de São Paulo efetuado pelos índios tupis, guaianás e carijós, chefiados por seu sobrinho, filho de Piquerobi, Jagoanharo, no ataque conhecido como "O Cerco de Piratininga".Tibiriçá matou o sobrinho com uma espada quando este vacilou em matá-lo no entrevero.

Túmulo do índio Tibiriçá ao lado dos primeiros Bispos de São Paulo (Cripta da Catedral da Sé)

Fundação da Vila de São Paulo

Em Itapetininga onde já existia um colégio, acompanhou Manuel da Nóbrega e José de Anchieta na obra da fundação de São Paulo, e estabeleceu-se no local onde hoje se encontra o Mosteiro de São Bento, espalhando seus índios pelas imediações. A atual Rua de São Bento era por esse motivo chamada primitivamente de Martim Affonso (nome que fora batizado o cacique). Graças à sua influência, os jesuítas puderam agrupar as primeiras cabanas de neófitos nas proximidades do colégio.

Em 1580, Susana Dias, sua neta, fundou uma fazenda à beira do rio Tietê, a oeste da cidade de São Paulo, próximo à cachoeira denominada pelos indígenas de Parnaíba. Hoje é a cidade de Santana do Parnaíba.

Morte:

Tibiriçá morreu em 25 de dezembro de 1562, como atesta José de Anchieta em sua carta enviada a Diogo Laínez, em decorrência de uma peste que assolou a aldeia. Segundo alguns historiadores tratava-se da Peste Negra.

Monumento ao Duque de Caxias:

Por iniciativa da 2ª Região Militar, representada pelo General Maurício Cardoso, lançou-se a ideia de construir um monumento em homenagem ao Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro. A "Comissão Pró-Monumento a Caxias" foi nomeada em 1939 com a atribuição de organizar um concurso público internacional de projetos. Entre seus integrantes, destacavam-se o Interventor Federal em São Paulo Adhemar de Barros, o Arcebispo de São Paulo Dom José Gaspar de Afonseca e Silva, os Generais Maurício Cardoso e Edgar de Oliveira, e o Prefeito Francisco Prestes Maia.

O projeto do escultor Victor Brecheret (Comuna di Farnese, Itália, 1894 – São Paulo, SP, 1955) foi o escolhido. Dado o sentido patriótico e militar que se queria dar à homenagem, o escultor procurou não fazer inovações. Trabalhou com ideias clássicas, resultando numa estátua equestre e militar.

A Comissão Pró-Monumento a Caxias e Brecheret firmaram contrato em 1942, prevendo a implantação do Monumento ao Duque de Caxias no largo do Paiçandu. Contudo, no ano seguinte, a Comissão transferiu à Prefeitura os direitos e obrigações relativos à construção do monumento, bem como o dinheiro que já arrecadara. A partir de então, a Prefeitura passou a dialogar diretamente com o escultor, que logo finalizou o modelo em gesso, inclusive os relevos do pedestal. A Oficina de Cantaria A. Incerpi & Cia foi contratada para executar o pedestal em pedras lisas de granito cinza Mauá, acabadas a picola fina, retangulares, e esculturas do mesmo material. Ainda em 1943, a prefeitura abriu um crédito especial para as despesas com a construção do Monumento.

Brecheret terminou os modelos e os entregou à Prefeitura, oficialmente, em 1945. A partir de então, os trabalhos se tornaram lentos. O largo do Paiçandu, pensado inicialmente para a implantação do monumento, tornou-se inviável dado às dimensões avantajadas do projeto de Brecheret. Um novo local precisava ser definido. Somente no final de 1948, optou-se pela praça Princesa Isabel, junto à avenida Duque de Caxias.

No mesmo ano, a prefeitura assinou contrato com o Liceu de Artes e Ofícios para a fundição e a montagem da estátua de bronze – Caxias sobre um cavalo -, que ocuparia o alto do pedestal. A fundição foi executada entre 1948 e 1952, nas oficinas do Liceu. Para comemorar o andamento dos trabalhos, o Governador de São Paulo, Adhemar de Barros, e outras autoridades participaram de um almoço servido no interior da barriga do cavalo para cinquenta convidados sentados e vinte em pé, em 1950.

A prefeitura assinou contrato com a firma Zarzur & Kogan em 1953, para a conclusão do monumento, incluindo a construção do pedestal, seu revestimento com as peças de granito e a colocação da estátua de bronze no topo. Entre 1956 e 1958, os trabalhos foram interrompidos, devido à falta de recursos. Uma estrutura metálica foi especialmente construída para a montagem do monumento em praça pública, que, depois de desmontada, foi utilizada pelo Liceu de Artes e Ofícios na construção de um prédio de três andares, na rua da Cantareira, onde foram instaladas salas de aula e oficinas.

Finalmente, o Monumento ao Duque de Caxias foi inaugurado no dia 25 de agosto de 1960, Dia do Soldado, às 16 horas. Ao ato, estiveram presentes o Ministro da Guerra, Marechal Odílio Denys, o então Prefeito Adhemar de Barros, o secretariado municipal, autoridades civis e militares. Vinte e duas palmeiras foram plantadas na praça Princesa Isabel, simbolizando os Estados do Brasil.

O monumento tem mais de 40 metros de altura, sendo quase 16 metros de estátua e cerca de 25 metros de pedestal, decorado com alto relevos que retratam as participações de Caxias em campanhas militares: "Caxias em Bagé", "Reconhecimento de Humaitá", "Batalha de Itororó", "Enterro de Caxias".

Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias (Porto de Estrela, atual Duque de Caxias, RJ, 25.8.1803 – Rio de Janeiro, 7.5.1880), foi representado sobre um cavalo, empunhando uma espada. Caxias destacou-se em várias campanhas do Exército Imperial, como na dissolução da Balaiada no Maranhão, na Guerra dos Farrapos no Rio Grande do Sul, e na Guerra do Paraguai. Ocupou os cargos de Ministro da Guerra e Marechal do Exército.

No dia 15 de agosto de 1991, o monumento foi danificado pela explosão de uma bomba. Parte do grupo escultórico que retrata a Batalha de Itororó foi atingido. A ação teria sido executada por um soldado, em protesto contra os baixos soldos dos militares. O Exército manifestou sua indignação e considerou a explosão como um ato de vandalismo, que resultou em prejuízo ao patrimônio público.

Pátio do Colégio:

Características da Construção

O Pátio do Colégio é um sítio arqueológico, onde foi levantada a primeira construção da atual cidade de São Paulo. Em 25 de janeiro de 1554 foi realizada diante da cabana coberta de folhas de palmeira ou de sapê de cerca de 90 m² – ou, como descrita por Anchieta, de 10 por 14 passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) - a missa que oficializou o nascimento do colégio jesuíta. A humilde cabana de pau-a-pique, cujas paredes eram feitas com uma armação de paus e cipós preenchida de barro socado, desprovida do mínimo conforto, abrigava também um seminário e uma escola.

Em 1556 o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela ampliação da construção original. Na segunda metade do século XVII é erigida a terceira edificação, de taipa de pilão. Eis em síntese, as características arquitetônicas do colégio: Trata-se de enorme prédio constituído de dois pavimentos retangulares, com 23,70 metros de fachada, construção mista de pedra e taipa apiloada, alicerces sólidos e profundos, paredes de grande espessura, pintadas a tabatinga (barro branco, material argiloso), telhado de duas águas, provido de amplos beirais em balanço, amparados por cachorros aferentes que servem de elemento de sustentação. Na falta de calhas devido ao alto custo de cobre laminado ou de material similar, as funções dos beirais consistiam em evitar que a água despejada dos telhados fosse aos poucos desagregando o barro das paredes e comprometendo, com o decorrer do tempo, a estabilidade do edifício.

É simples a composição da fachada, austera e sóbria, sem qualquer rebuscamento decorativo, como convém aos monastérios. O pavimento térreo insere, nos panos frontais, duas portas, duas janelas quadrangulares e três pequenas janelas retangulares. As portas são providas de largas folhas de madeiras almofadadas. Nova janelas se intercalam no frontispício do pavimento superior, todas guarnecidas de aros de pedra.Divide-se a parte térrea em 16 compartimentos, centralizados por amplo pórtico de distribuição, o qual proporciona acesso ao andar superior, mediante rústica escada de madeira, em dois lanços, situada na lateral esquerda. O vestíbulo proporciona interligação com o refeitório, cozinha, despensa, enfermaria, botica, salas e corredores de comunicação. Nas dependências ao fundo, estão localizadas as oficinas de trabalho, os alojamentos dos índios e negros, no pomar, um chafariz de pedra com quatro carrancas, de cujos bicames abundante água jorra pura e cristalina. Junto ás alamedas do pomar, acha-se o famoso atraio de meditações no lugar onde, em seu tempo, Anchieta costumava ler o breviário e preparar os sermões.

Compõe-se o pavimento superior de quinze peças, inclusive três corredores desprovidos de janelas, ou qualquer envasadura, necessárias a ventilação e iluminação externa. Localizam-se nesse andar os dormitórios (doze selas ou “cubículos”), biblioteca, capela, câmara, secretaria e sala capitular. Os compartimentos são assoalhados e forrados.

O antigo edifício interligava-se inteiramente ao sobradão adjacente (unido em ângulo reto). No dia 15 de agosto de 1991, o monumento foi danificado pela explosão de uma bomba. Parte do grupo escultórico que retrata a Batalha de Itororó foi atingido. A ação teria sido executada por um soldado, em protesto contra os baixos soldos dos militares. O Exército manifestou sua indignação e considerou a explosão como um ato de vandalismo, que resultou em prejuízo ao patrimônio público.

 

 

 

 Fonte: www.uol.com.br

 

 

 

 

 



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